Quando você ouvir alguém dizer que está igual a papel higiênico, cuidado, porque ou ele está enrolado ou está boiando na M...
Mas é assim, com esse espírito que meu fiel amigo – Falência - me aborda, quase sempre!
Muitos têm a criatividade aflorada como meu nobre amigo e alguns estão em grandes corporações. Por lá a criatividade é levada a sério, sendo totalmente diferenciada da intuição e se transformando em novos modelos de negócios ou em novos produtos e serviços, gerados pela verdadeira visão de negócio.
“Porem, ah porem a um caso diferente” (como diria Marcelo D2), nem sempre a criatividade leva ao sucesso. E é aí que mora o perigo. Não é a toa que papel higiênico com poesia seria um fracasso (ou será que não?!). Na verdade eu (sempre pé no chão) vejo que as ideias devem estar calcadas em dados, fatos, estudos e no mínimo um plano de negócios. Mas também não posso deixar de dizer que em nosso país a criatividade impera, mas é pouco aproveitada.
Aí não tenho como deixar de concordar com aquele tira ideias até no momento de reinar no “troninho”, todos nós somos criativos, uns mais e outros menos. Só cuidado com a intuição, psicografia (em tempos de Chico Xavier o filme) e coisas afins nos negócios, pode ser arriscado!
Aí vai uma reflexão: A inovação (claro) calcada na criatividade vale pra todos? Grandes e pequenos negócios? Diga aí Falido!
Abraços, Falência.

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